Bra reivindica mais espaço nas áreas aeroportuárias em Congo
Enviado: Ter Fev 14, 2006 11:56
Bra reivindica mais espaço nas áreas aeroportuárias em Congonhas
Mercado e Eventos
A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Portuária (Infraero) tem até a próxima sexta-feira (17/02) para se pronunciar a respeito da concessão de áreas aeroportuárias, antes ocupadas pela Transbrasil, no aeroporto de Congonhas. A decisão foi outorgada pela juíza Raquel Soares Chiarelli, da 2ª Vara da Justiça Federal de Brasília. A ação judicial foi movida pela Bra Transportes Aéreos, que iniciou suas operações regulares em 21 de novembro e, até o momento, ocupa áreas provisórias no referido aeroporto, o que vem dificultando o atendimento aos passageiros.
A área - que tem aproximadamente 33 mil metros quadrados, e abrange balcões de check in e check out, hangares, loja e o prédio administrativo - foi concedida sem licitação à outras três companhias aéreas, sendo duas delas com menor participação de mercado do que a Bra, que tem atualmente em Congonhas apenas o correspondente a quatro posições para o check-in e uma loja provisória.
"A Infraero não pode escolher as companhias que vai privilegiar. Nossa empresa é regular, detém mais de 6,5% do mercado e também tem direito a essas áreas. A necessidade é indiscutível", explicou o presidente da Bra, Humberto Folegatti.
No final de 2005, a Infraero recuperou a posse das áreas aeroportuárias anteriormente envolvidas em contratos de concessão com a TransBrasil. A expectativa era a implementação do processo de licitação, a fim de atender às necessidades de todas as companhias aéreas e, ainda, obter as propostas mais vantajosas ao Poder Público.
Entretanto, logo após a recuperação, a empresa passou a transferi-las para a Gol, OceanAir e Target, empresa de táxi aéreo. A Bra entrou com um pedido de liminar na Justiça requerendo a suspensão da eficácia de contratos de concessão de áreas aeroportuárias, manifestamente ilegais e inconstitucionais, celebrados pela Infraero.
Mercado e Eventos
A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Portuária (Infraero) tem até a próxima sexta-feira (17/02) para se pronunciar a respeito da concessão de áreas aeroportuárias, antes ocupadas pela Transbrasil, no aeroporto de Congonhas. A decisão foi outorgada pela juíza Raquel Soares Chiarelli, da 2ª Vara da Justiça Federal de Brasília. A ação judicial foi movida pela Bra Transportes Aéreos, que iniciou suas operações regulares em 21 de novembro e, até o momento, ocupa áreas provisórias no referido aeroporto, o que vem dificultando o atendimento aos passageiros.
A área - que tem aproximadamente 33 mil metros quadrados, e abrange balcões de check in e check out, hangares, loja e o prédio administrativo - foi concedida sem licitação à outras três companhias aéreas, sendo duas delas com menor participação de mercado do que a Bra, que tem atualmente em Congonhas apenas o correspondente a quatro posições para o check-in e uma loja provisória.
"A Infraero não pode escolher as companhias que vai privilegiar. Nossa empresa é regular, detém mais de 6,5% do mercado e também tem direito a essas áreas. A necessidade é indiscutível", explicou o presidente da Bra, Humberto Folegatti.
No final de 2005, a Infraero recuperou a posse das áreas aeroportuárias anteriormente envolvidas em contratos de concessão com a TransBrasil. A expectativa era a implementação do processo de licitação, a fim de atender às necessidades de todas as companhias aéreas e, ainda, obter as propostas mais vantajosas ao Poder Público.
Entretanto, logo após a recuperação, a empresa passou a transferi-las para a Gol, OceanAir e Target, empresa de táxi aéreo. A Bra entrou com um pedido de liminar na Justiça requerendo a suspensão da eficácia de contratos de concessão de áreas aeroportuárias, manifestamente ilegais e inconstitucionais, celebrados pela Infraero.