Air Namíbia registra aumento de pax na rota Windhoeck-Luanda

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Air Namíbia registra aumento de pax na rota Windhoeck-Luanda

Mensagem por Black Typhoon »

Air Namíbia regista aumento de passageiros na rota Windhoeck-Luanda

A rota Windhoeck-Luanda da companhia Air Namíbia registou um aumento, na transportação de passageiro, de 12 mil e 870 em 2007 para 16 mil e 391 pessoas em 2008, informou à Angop na capital angolana, o director comercial da transportadora aérea namibiana em Angola, Albert Teixeira Ndunda.

Segundo o gestor, por causa deste crescimento e da rentabilidade da rota a empresa decidiu aumentar as frequências de voos semanais para quatro, sendo realizados as segunda, quarta, sexta-feiras e domingo.

De acordo com Albert Teixeira Ndunda, além da capital angolana a companhia opera, a nível internacional, para Frankfurt (Alemanha), Cidade do Cabo e Joanesburgo (África do Sul) e Botswana. Suspendeu a rota de Londres (Reino Unido) por razões económicas.

Explicou que a rota de Windhoeck/Joanesburgo não tem dado os resultados desejados, “por haver muita concorrência”, sendo também operada também pelas companhias British Airways (Reino Unido), South African Airways, Air Namíbia e a West Air Express.

Para colmatar a escassez de proventos na rota Windhoeck/Joanesburgo, sustentou, o presidente do Conselho de Administração da Air Namíbia está a adoptar nova estratégia para recuperar a rentabilidade.

Albert Ndunda salientou a linha Windhoeck/Cidade do Cabo, embora operada apenas pela Air Namíbia e a West Air Express não tem trazido lucros por apresentar pouco fluxo de passageiros.

Sobre o acordo de Yamoussoukrou (Cote d'Ivoire) que postula o princípio dos céus abertos para as companhias aéreas do continente, a salientou que a empresa aderiu ao referido protocolo internacional, embora esse documento tenha vantagens e desvantagens sobre a operatividade para as companhias de bandeira.

Como vantagens apontou o facto de permitir a qualquer companhia africana explorar novas rotas e ter colaboração das suas congéneres, podendo ainda optar em itinerários que pretender, por causa dos benefícios económicos e muitos passageiros e carga.

No entanto, a maior desvantagem desse princípio (céus abertos) é o prejuízo que causa as companhias de bandeira, se essas não tiverem capacidade para aguentar a concorrência das grandes empresas aéreas de África, como a South African Airways, Ethiopian Airlines, a Royal Air Maroc, entre outras.

“As grandes companhias têm melhores serviços e muitos aviões, o que pode acarretar perdas para as empresas de bandeira de pequeno porte", enfantizou.

Seja como for, disse aquele gestor, o princípio "céus abertos" é um mecanismo salutar, porque sem concorrência não pode haver qualidade. Por isso, os estados têm que criar condições para que As companhias de bandeira prestem melhores serviços.

A Air Namíbia foi criada em 1991, depois da independência daquele país da África Austral, a partir da South West Air Transport.

Em 1982 o Governo namibiano adquiriu a maiora das acções, elevando a Air Namíbia como a companhia de bandeira do país, que opera actualmente com uma frota composta, por aviões do tipo Airbus 340-300, o Boeing 737-200/500 e o Beechcraft 1900C.

Fonte: Angola Press
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