Interesse na Varig
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Interesse na Varig
Segundo a revista JETSTREAM de fevereiro (na minha opiniao a melhor revista sobre aviacao civil em lingua alema) a empresa portuguesa EURO ATLANTIC AIRWAYS (aquela do Tristar com uma pintura azul lindissima) estaria interessada em comprar 20% da VARIG. A Euro Atlantic opera atualmente dois B767-300ER para Varig.
Outra interessada numa fatia da Varig eh a LAN Airlines (Chile).
Outra interessada numa fatia da Varig eh a LAN Airlines (Chile).
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Anonymous
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Pois tu tens razao Tharsim, seria uma pena "perder" a Varig para extrangeiros, mas como tu comentaste, os responsaveis devem saber o que fazem/decidem! Como a divida da Varig com o "governo" eh muito grande quem sabe nao vem de la uma ajuda? Ou transformar a divida em cotas para a uniao! Ainda vamos ler muito a respeito, pois a situacao da Vasp tambem nao ajuda em uma decisao favoravel para a Varig!
Mudando de tema e retornando a primeira mensagem: Se alguem ai perguntou-se quais sao os dois B767 em questao, ai vai:
EURO ATLANTIC AIRWAYS (Portugal)
http://www.airfleets.net/flottecie/?fil ... %20Airways
25411 (408) B767-3YOER - 01.07.2003 - PP-VTC -
02.07.2003 - to Varig
26208 (505) B767-3YOER - 01.07.2003 - PP-VTE -
02.07.2003 - to Varig
Mudando de tema e retornando a primeira mensagem: Se alguem ai perguntou-se quais sao os dois B767 em questao, ai vai:
EURO ATLANTIC AIRWAYS (Portugal)
http://www.airfleets.net/flottecie/?fil ... %20Airways
25411 (408) B767-3YOER - 01.07.2003 - PP-VTC -
02.07.2003 - to Varig
26208 (505) B767-3YOER - 01.07.2003 - PP-VTE -
02.07.2003 - to Varig
Com certeza os 75 aviões novos do Canhedomarcato escreveu:Qual sera a maior lenda da aviação?
Os aviões que o Canhedo diz que vai trazer?
Os os investidores que a VARIG fala que vao aparecer?
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Só espero que a empresa que a compre não a piore ainda mais!
Abraços,
Vitor Cordeiro Silva
Vitor Cordeiro Silva
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jambock
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20% não é compra!
Prezado Livingston:
Só espero que a empresa que a compre não a piore ainda mais!
Creio que estás te referindo à "compra" da VARIG. Ao adquirir 20% de uma emprêsa, o comprador adquire apenas uma participação nela e tem o direito de indicar um Diretor para uma das áreas operacionais da mesma. Claro que não irá querer a de Recursos Humanos...
Um abraço e até mais...
Só espero que a empresa que a compre não a piore ainda mais!
Creio que estás te referindo à "compra" da VARIG. Ao adquirir 20% de uma emprêsa, o comprador adquire apenas uma participação nela e tem o direito de indicar um Diretor para uma das áreas operacionais da mesma. Claro que não irá querer a de Recursos Humanos...
Um abraço e até mais...
Um abraço e até mais...
Cláudio Severino da Silva
jambockrs@gmail.com
Na aviação, só a perfeição é aceitável
Cláudio Severino da Silva
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Na aviação, só a perfeição é aceitável
- arthuramaral_CGR
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18/02/2005 - 10h20
Varig refaz proposta com Lei de Falências
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GUILHERME BARROS
da Folha de S.Paulo
O vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, irá receber hoje uma nova proposta de reestruturação da Varig já incluindo as vantagens proporcionadas pela Lei de Recuperação das Empresas (a nova Lei de Falências), recém-sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Nessa nova proposta, a Varig irá buscar o aval da Justiça para renegociar a dívida com os credores da empresa. O segundo passo seria a conversão da dívida em ações para negociar a venda da empresa com seus interessados.
Alencar irá se reunir hoje de manhã, em Brasília, com o presidente da Varig, Carlos Martins, o advogado da companhia aérea, Arnoldo Wald, e representantes do Unibanco e da consultoria Trevisan, que estão elaborando o plano para a tentativa de salvação da Varig.
A nova proposta de reestruturação da Varig foi feita pelo Unibanco e pela Trevisan depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter sancionado a nova Lei de Falências sem vetar o artigo que beneficia as companhias aéreas.
A nova lei permite às companhias aéreas renegociarem suas dívidas sem precisar parar a operação, desde que a proposta da empresa obtenha o sinal verde dos credores e a autorização da Justiça. Ou seja, a nova lei abre brecha para a Varig escapar da falência.
Vale lembrar, no entanto, que a lei só entra em vigor no início de maio. Só a partir dessa data a Varig poderia apresentar à Justiça a nova proposta de reestruturação da dívida com os benefícios da nova Lei de Falências.
Estatização temporária
O vice-presidente José Alencar vem discutindo, desde o início do ano, uma saída para a crise financeira que a Varig atravessa há alguns anos.
Até agora, a proposta que vinha sendo discutida era de se fazer um leilão das ações da companhia, depois da capitalização da empresa. Ou seja, da transformação dos créditos em ações.
Como o principal credor da Varig é o próprio governo, a proposta que estava sendo estudada até agora previa inevitavelmente uma estatização temporária da companhia, o que poderia ser desgastante para o governo federal, principalmente se o leilão demorasse a ser realizado.
Com a homologação da nova Lei de Falências, abriu-se a oportunidade de se construir uma nova saída para a companhia sem a realização do leilão das ações da empresa, e tampouco da estatização temporária da empresa. A nova lei abre a porta para discutir a venda direta da companhia para possíveis interessados.
As companhias aéreas, de um modo geral, apresentaram um resultado operacional bastante positivo no ano passado. A Varig não é diferente. A empresa tem operado no azul e, se for encontrada uma saída negociada para a dívida, não deverão faltar interessados. De acordo com o que a Folha apurou, várias companhias aéreas já manifestaram interesse. Entre elas, a Gol e a TAP, além do grupo Pestana.
A nova proposta de reestruturação da Varig tem uma outra vantagem: a de não depender mais da ação da Justiça que lhe dá o direito de uma indenização do governo de cerca de R$ 3 bilhões, pelos prejuízos causados à empresa em razão do congelamento dos preços das passagens aéreas entre 1985 e 1992. O governo deve recorrer, e a indenização poderá demorar bastante para entrar nos cofres da companhia.
Varig refaz proposta com Lei de Falências
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GUILHERME BARROS
da Folha de S.Paulo
O vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, irá receber hoje uma nova proposta de reestruturação da Varig já incluindo as vantagens proporcionadas pela Lei de Recuperação das Empresas (a nova Lei de Falências), recém-sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Nessa nova proposta, a Varig irá buscar o aval da Justiça para renegociar a dívida com os credores da empresa. O segundo passo seria a conversão da dívida em ações para negociar a venda da empresa com seus interessados.
Alencar irá se reunir hoje de manhã, em Brasília, com o presidente da Varig, Carlos Martins, o advogado da companhia aérea, Arnoldo Wald, e representantes do Unibanco e da consultoria Trevisan, que estão elaborando o plano para a tentativa de salvação da Varig.
A nova proposta de reestruturação da Varig foi feita pelo Unibanco e pela Trevisan depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter sancionado a nova Lei de Falências sem vetar o artigo que beneficia as companhias aéreas.
A nova lei permite às companhias aéreas renegociarem suas dívidas sem precisar parar a operação, desde que a proposta da empresa obtenha o sinal verde dos credores e a autorização da Justiça. Ou seja, a nova lei abre brecha para a Varig escapar da falência.
Vale lembrar, no entanto, que a lei só entra em vigor no início de maio. Só a partir dessa data a Varig poderia apresentar à Justiça a nova proposta de reestruturação da dívida com os benefícios da nova Lei de Falências.
Estatização temporária
O vice-presidente José Alencar vem discutindo, desde o início do ano, uma saída para a crise financeira que a Varig atravessa há alguns anos.
Até agora, a proposta que vinha sendo discutida era de se fazer um leilão das ações da companhia, depois da capitalização da empresa. Ou seja, da transformação dos créditos em ações.
Como o principal credor da Varig é o próprio governo, a proposta que estava sendo estudada até agora previa inevitavelmente uma estatização temporária da companhia, o que poderia ser desgastante para o governo federal, principalmente se o leilão demorasse a ser realizado.
Com a homologação da nova Lei de Falências, abriu-se a oportunidade de se construir uma nova saída para a companhia sem a realização do leilão das ações da empresa, e tampouco da estatização temporária da empresa. A nova lei abre a porta para discutir a venda direta da companhia para possíveis interessados.
As companhias aéreas, de um modo geral, apresentaram um resultado operacional bastante positivo no ano passado. A Varig não é diferente. A empresa tem operado no azul e, se for encontrada uma saída negociada para a dívida, não deverão faltar interessados. De acordo com o que a Folha apurou, várias companhias aéreas já manifestaram interesse. Entre elas, a Gol e a TAP, além do grupo Pestana.
A nova proposta de reestruturação da Varig tem uma outra vantagem: a de não depender mais da ação da Justiça que lhe dá o direito de uma indenização do governo de cerca de R$ 3 bilhões, pelos prejuízos causados à empresa em razão do congelamento dos preços das passagens aéreas entre 1985 e 1992. O governo deve recorrer, e a indenização poderá demorar bastante para entrar nos cofres da companhia.
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Anonymous
para Marcato
Caro Marcato,
A varig nunca mencionou os possíveis investidores estrangeiros. Quem sempre alardeou isto foi a finada Apvar.Sds
A varig nunca mencionou os possíveis investidores estrangeiros. Quem sempre alardeou isto foi a finada Apvar.Sds
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Anonymous
CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, SÁBADO, 19 DE FEVEREIRO DE 2005
Alencar recebe plano para recuperar a Varig
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Brasília - Os representantes da Varig e das empresas encarregadas do processo de reestruturação da companhia apresentaram ontem ao vice-presidente da República e ministro da Defesa, José Alencar, proposta de recuperação judicial da empresa com base na nova Lei de Falências. Essa saída, que já contava com o apoio do governo, foi formalizada em reunião no Planalto.
Alencar é patrono da idéia, uma vez que foi com o argumento de que as companhias aéreas precisavam se adequar à nova legislação - que prevê um período de recuperação que antecede a decretação de falência - que ele convenceu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a não vetar o artigo 199 da Lei de Falências, que autoriza as empresas de aviação a terem um plano de recuperação.
Segundo Alencar, todos os envolvidos no assunto, inclusive a Fundação Ruben Berta, presente na reunião, estão de acordo com a solução. A lei só entra em vigor 120 dias após a sua publicação e nesse período, segundo Alencar, as empresas encarregadas da reestruturação vão preparar a documentação necessária para que seja iniciado o processo de recuperação judicial. A Varig terá 180 dias para aprovar um plano de recuperação. Nesta fase, poderá parcelar as dívidas fiscais. Será criado um comitê que terá competência para vender e leiloar bens para garantir a recuperação da empresa.[/b] Se o plano não for aprovado ou não atingir suas metas, aí sim caberá à Justiça decretar a falência da Varig.
PORTO ALEGRE, SÁBADO, 19 DE FEVEREIRO DE 2005
Alencar recebe plano para recuperar a Varig
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Brasília - Os representantes da Varig e das empresas encarregadas do processo de reestruturação da companhia apresentaram ontem ao vice-presidente da República e ministro da Defesa, José Alencar, proposta de recuperação judicial da empresa com base na nova Lei de Falências. Essa saída, que já contava com o apoio do governo, foi formalizada em reunião no Planalto.
Alencar é patrono da idéia, uma vez que foi com o argumento de que as companhias aéreas precisavam se adequar à nova legislação - que prevê um período de recuperação que antecede a decretação de falência - que ele convenceu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a não vetar o artigo 199 da Lei de Falências, que autoriza as empresas de aviação a terem um plano de recuperação.
Segundo Alencar, todos os envolvidos no assunto, inclusive a Fundação Ruben Berta, presente na reunião, estão de acordo com a solução. A lei só entra em vigor 120 dias após a sua publicação e nesse período, segundo Alencar, as empresas encarregadas da reestruturação vão preparar a documentação necessária para que seja iniciado o processo de recuperação judicial. A Varig terá 180 dias para aprovar um plano de recuperação. Nesta fase, poderá parcelar as dívidas fiscais. Será criado um comitê que terá competência para vender e leiloar bens para garantir a recuperação da empresa.[/b] Se o plano não for aprovado ou não atingir suas metas, aí sim caberá à Justiça decretar a falência da Varig.
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Anonymous
CORREIO DO POVO - 11.03.2005
DAC será o interventor e deverá quitar os débitos da companhia
Brasília - Um grupo de parlamentares gaúchos solicitou ontem a intervenção temporária do governo federal na Varig. O pedido foi uma reação à ausência do presidente da companhia, Luiz Martins, e dos representantes de Unibanco, Trevisan Consultoria e Wald & Advogados Associados em audiência pública organizada pelos políticos. O vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, afirmou que a adoção da medida é possível, 'mas desde que seja à luz da lei'.
Na Vasp, a intervenção foi determinada ontem pela 14ª Vara da Justiça do Trabalho de São Paulo para garantir o pagamento do passivo trabalhista. A ação foi movida pelo Ministério Público do Trabalho de São Paulo e pelos sindicatos nacionais dos Aeroviários e dos Aeronautas. O Departamento de Aviação Civil (DAC) foi indicado como interventor e deverá assegurar a quitação do passivo avaliado entre R$ 75 milhões e R$ 80 milhões. Os bens da Vasp e de seus administradores não poderão ser vendidos sem a autorização do DAC, que verificará todos os atos da companhia. A Vasp pode recorrer da decisão.
A discussão sobre uma solução política para a Varig se arrasta desde 2004 e os defensores dessa alternativa julgam que o prazo está acabando. Parlamentares criticam a recusa da Fundação Ruben Berta, que controla 80% das ações da empresa, em debater abertamente o plano de reestruturação. 'Essa postura coloca em risco a Varig e a segurança nos vôos', argumentou a coordenadora do grupo de parlamentares gaúchos, deputada federal Yeda Crusius (PSDB).
No governo, a ala que prega uma solução de mercado para a empresa aérea ganhou o reforço do ministro da Fazenda, Antônio Palocci. Nesta semana, ele defendeu essa tese em público. Entre as várias possibilidades para combater a crise na Varig, a Lei de Falências surgiu como definitiva, mas ainda precisa ser regulamentada pelo Congresso.
O ministro José Alencar e o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Edson Vidigal, apostam no encontro de contas. Nesse caso, a companhia iria saldar suas dívidas com a União utilizando a indenização que busca na Justiça para compensar perdas com congelamentos de tarifas de diversos planos econômicos.
DAC será o interventor e deverá quitar os débitos da companhia
Brasília - Um grupo de parlamentares gaúchos solicitou ontem a intervenção temporária do governo federal na Varig. O pedido foi uma reação à ausência do presidente da companhia, Luiz Martins, e dos representantes de Unibanco, Trevisan Consultoria e Wald & Advogados Associados em audiência pública organizada pelos políticos. O vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, afirmou que a adoção da medida é possível, 'mas desde que seja à luz da lei'.
Na Vasp, a intervenção foi determinada ontem pela 14ª Vara da Justiça do Trabalho de São Paulo para garantir o pagamento do passivo trabalhista. A ação foi movida pelo Ministério Público do Trabalho de São Paulo e pelos sindicatos nacionais dos Aeroviários e dos Aeronautas. O Departamento de Aviação Civil (DAC) foi indicado como interventor e deverá assegurar a quitação do passivo avaliado entre R$ 75 milhões e R$ 80 milhões. Os bens da Vasp e de seus administradores não poderão ser vendidos sem a autorização do DAC, que verificará todos os atos da companhia. A Vasp pode recorrer da decisão.
A discussão sobre uma solução política para a Varig se arrasta desde 2004 e os defensores dessa alternativa julgam que o prazo está acabando. Parlamentares criticam a recusa da Fundação Ruben Berta, que controla 80% das ações da empresa, em debater abertamente o plano de reestruturação. 'Essa postura coloca em risco a Varig e a segurança nos vôos', argumentou a coordenadora do grupo de parlamentares gaúchos, deputada federal Yeda Crusius (PSDB).
No governo, a ala que prega uma solução de mercado para a empresa aérea ganhou o reforço do ministro da Fazenda, Antônio Palocci. Nesta semana, ele defendeu essa tese em público. Entre as várias possibilidades para combater a crise na Varig, a Lei de Falências surgiu como definitiva, mas ainda precisa ser regulamentada pelo Congresso.
O ministro José Alencar e o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Edson Vidigal, apostam no encontro de contas. Nesse caso, a companhia iria saldar suas dívidas com a União utilizando a indenização que busca na Justiça para compensar perdas com congelamentos de tarifas de diversos planos econômicos.
2005 escreveu:Pois tu tens razao Tharsim, seria uma pena "perder" a Varig para extrangeiros, mas como tu comentaste, os responsaveis devem saber o que fazem/decidem! Como a divida da Varig com o "governo" eh muito grande quem sabe nao vem de la uma ajuda? Ou transformar a divida em cotas para a uniao! Ainda vamos ler muito a respeito, pois a situacao da Vasp tambem nao ajuda em uma decisao favoravel para a Varig!
Mudando de tema e retornando a primeira mensagem: Se alguem ai perguntou-se quais sao os dois B767 em questao, ai vai:
02.07.2003 - to Varig
O governo não pode transformar dívidas com a união em créditos ( neste caso, a legislação impede ), além disso, o setor possui outras empresas que pleiteariam ( independente do estado financeiro ) o mesmo "tratamento".
E partindo-se de preceito constitucional, qual o fundamento moral que adequaria "ajuda" a uma empresa e esqueceria a outra ?
Um grande abraço!
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Anonymous
CORREIO DO POVO 14.03.2005
Eleição vai decidir futuro da Varig
Colégio Deliberante da Fundação Ruben Berta vota pela permanência ou não dos atuais diretores
Crise financeira e dívida elevada demais ameaçam empresa aérea
São Paulo - A partir desta terça-feira, até o próximo dia 24, os 165 membros do Colégio Deliberante da Fundação Ruben Berta (controladora da Varig) irão definir o futuro da direção da companhia aérea. Eleitos diretamente pelos funcionários, eles votarão, via Internet, pela permanência ou não do atual Conselho de Curadores. O grupo é composto de sete colegiados que representam a instância máxima da fundação e que, em legislação societária, equivale aos acionistas. O cargo de presidente executivo, exercido por Carlos Luiz Martins, não é objeto da votação; porém, o futuro do dirigente depende dessa consulta. Isso porque ficou definido, em maio de 2003, quando os atuais curadores foram eleitos, que haveria reforma do estatuto, com a devida renúncia aos cargos para ter nova eleição este ano.
No entanto, a crise financeira que levou ao endividamento da Varig em R$ 9,47 bilhões deixou a modificação do estatuto em segundo plano e, conseqüentemente, a eleição prevista para maio de 2005. A reforma tinha por objetivo modernizar a gestão do grupo e impedir situações insólitas como as que ocorrem atualmente. Por exemplo, hoje, o presidente da holding FRB Par (braço financeiro da fundação), Delfim Almeida, é, ao mesmo tempo, chefe e subordinado de Luiz Martins, que dirige uma das empresas controladas. Dentro da companhia aérea, Almeida é diretor regional em Brasília.
Apesar da inspiração democrática do modelo de fundação, o estatuto favorece o conchavo entre amigos. Os curadores que se sentem ameaçados por algum dos integrantes do Colégio Deliberante, os quais podem convocar assembléia e destituí-los, têm influência ou poder para demiti-lo da empresa. O questionamento que será feito aos colegiados na consulta pela Internet se refere à reforma do estatuto. Eles terão de avaliar se devem continuar no poder apesar de não ter sido promovida a mudança nas regras da companhia.
Com a indefinição sobre o destino da Varig, é grande a insatisfação com a atual direção. Mas o temor de ser demitido da empresa impede um movimento declarado de oposição. Por outro lado, há quem aponte riscos se houver uma nova eleição neste momento delicado de negociações com o governo. A iniciativa poderia vir a agravar ainda mais a situação, opinam alguns. Alvo dos descontentamentos internos, Luiz Martins é o sexto presidente da companhia aérea desde 2000. Já existem correntes na empresa alegando que uma troca só se justificaria se aumentassem as perdas.

Eleição vai decidir futuro da Varig
Colégio Deliberante da Fundação Ruben Berta vota pela permanência ou não dos atuais diretores
Crise financeira e dívida elevada demais ameaçam empresa aérea
São Paulo - A partir desta terça-feira, até o próximo dia 24, os 165 membros do Colégio Deliberante da Fundação Ruben Berta (controladora da Varig) irão definir o futuro da direção da companhia aérea. Eleitos diretamente pelos funcionários, eles votarão, via Internet, pela permanência ou não do atual Conselho de Curadores. O grupo é composto de sete colegiados que representam a instância máxima da fundação e que, em legislação societária, equivale aos acionistas. O cargo de presidente executivo, exercido por Carlos Luiz Martins, não é objeto da votação; porém, o futuro do dirigente depende dessa consulta. Isso porque ficou definido, em maio de 2003, quando os atuais curadores foram eleitos, que haveria reforma do estatuto, com a devida renúncia aos cargos para ter nova eleição este ano.
No entanto, a crise financeira que levou ao endividamento da Varig em R$ 9,47 bilhões deixou a modificação do estatuto em segundo plano e, conseqüentemente, a eleição prevista para maio de 2005. A reforma tinha por objetivo modernizar a gestão do grupo e impedir situações insólitas como as que ocorrem atualmente. Por exemplo, hoje, o presidente da holding FRB Par (braço financeiro da fundação), Delfim Almeida, é, ao mesmo tempo, chefe e subordinado de Luiz Martins, que dirige uma das empresas controladas. Dentro da companhia aérea, Almeida é diretor regional em Brasília.
Apesar da inspiração democrática do modelo de fundação, o estatuto favorece o conchavo entre amigos. Os curadores que se sentem ameaçados por algum dos integrantes do Colégio Deliberante, os quais podem convocar assembléia e destituí-los, têm influência ou poder para demiti-lo da empresa. O questionamento que será feito aos colegiados na consulta pela Internet se refere à reforma do estatuto. Eles terão de avaliar se devem continuar no poder apesar de não ter sido promovida a mudança nas regras da companhia.
Com a indefinição sobre o destino da Varig, é grande a insatisfação com a atual direção. Mas o temor de ser demitido da empresa impede um movimento declarado de oposição. Por outro lado, há quem aponte riscos se houver uma nova eleição neste momento delicado de negociações com o governo. A iniciativa poderia vir a agravar ainda mais a situação, opinam alguns. Alvo dos descontentamentos internos, Luiz Martins é o sexto presidente da companhia aérea desde 2000. Já existem correntes na empresa alegando que uma troca só se justificaria se aumentassem as perdas.
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Anonymous
ZH 12.03.05
Grupo português quer comprar participação de 20% na Varig
Pestana só aceita negócio se tiver direito à gestão na empresa
O grupo português Pestana quer comprar participação de 20% na companhia aérea Varig, desde que tenha direito à gestão do negócio. O índice é o máximo estipulado por lei para sócios estrangeiros no setor brasileiro. Segundo comunicado do grupo divulgado nesta quarta, dia 9, a compra seria feita pela empresa aérea do Pestana, a EuroAtlantic, que já teria entrado em contato com o governo brasileiro, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com a própria Varig.
De acordo com a companhia aérea brasileira, o Pestana esteve há seis meses reunido com os controladores da Varig para anunciar o interesse, "mas até o momento não apresentou nada de concreto", informou a assessoria de imprensa. Uma outra fonte da empresa observou que dificilmente o grupo português estaria sozinho numa eventual proposta.
O governo brasileiro estuda uma solução para a grave crise enfrentada há anos pela segunda maior companhia aérea brasileira que, apesar de ter se recuperado operacionalmente no ano passado por corte de custos e crescimento do mercado, luta contra uma dívida que pode chegar aos R$ 10 bilhões.
As informações são da agência Reuters.
Grupo português quer comprar participação de 20% na Varig
Pestana só aceita negócio se tiver direito à gestão na empresa
O grupo português Pestana quer comprar participação de 20% na companhia aérea Varig, desde que tenha direito à gestão do negócio. O índice é o máximo estipulado por lei para sócios estrangeiros no setor brasileiro. Segundo comunicado do grupo divulgado nesta quarta, dia 9, a compra seria feita pela empresa aérea do Pestana, a EuroAtlantic, que já teria entrado em contato com o governo brasileiro, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com a própria Varig.
De acordo com a companhia aérea brasileira, o Pestana esteve há seis meses reunido com os controladores da Varig para anunciar o interesse, "mas até o momento não apresentou nada de concreto", informou a assessoria de imprensa. Uma outra fonte da empresa observou que dificilmente o grupo português estaria sozinho numa eventual proposta.
O governo brasileiro estuda uma solução para a grave crise enfrentada há anos pela segunda maior companhia aérea brasileira que, apesar de ter se recuperado operacionalmente no ano passado por corte de custos e crescimento do mercado, luta contra uma dívida que pode chegar aos R$ 10 bilhões.
As informações são da agência Reuters.
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ZH 16.03.05
Aviação
Parlamentares pedem intervenção da Varig nesta quarta
Alencar se reúne com dirigentes da companhia para estudar reestruturação
A indicação de intervenção na Varig por um período de seis meses, feita por deputados e senadores, será entregue nesta quarta, 16, ao presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE), e ao ministro da Defesa e vice-presidente, José Alencar.
Com a entrega do documento, a deputada Yeda Crusius (PSDB) explica que a proposta poderá ser oficialmente analisada pela Advocacia-geral da União (AGU), já que a intervenção está prevista na lei das concessões de serviços públicos, como o transporte aéreo de passageiros.
Anteriormente, porém, Alencar havia descartado essa hipótese. A indicação foi aprovada nesta terça pela Comissões de Relações Exteriores e Desenvolvimento, Indústria e Comércio da Câmara.
O documento pede que governo afaste a Fundação Ruben Berta da gestão da empresa aérea e nomeie um interventor federal. A medida tem caráter político e não obriga o governo a tomar uma decisão.
Nesta quarta, Alencar deverá reunir-se com dirigentes da Varig, representantes do Unibanco e consultores para receber o plano de reestruturação da companhia.
As informações são de Zero Hora.
Aviação
Parlamentares pedem intervenção da Varig nesta quarta
Alencar se reúne com dirigentes da companhia para estudar reestruturação
A indicação de intervenção na Varig por um período de seis meses, feita por deputados e senadores, será entregue nesta quarta, 16, ao presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE), e ao ministro da Defesa e vice-presidente, José Alencar.
Com a entrega do documento, a deputada Yeda Crusius (PSDB) explica que a proposta poderá ser oficialmente analisada pela Advocacia-geral da União (AGU), já que a intervenção está prevista na lei das concessões de serviços públicos, como o transporte aéreo de passageiros.
Anteriormente, porém, Alencar havia descartado essa hipótese. A indicação foi aprovada nesta terça pela Comissões de Relações Exteriores e Desenvolvimento, Indústria e Comércio da Câmara.
O documento pede que governo afaste a Fundação Ruben Berta da gestão da empresa aérea e nomeie um interventor federal. A medida tem caráter político e não obriga o governo a tomar uma decisão.
Nesta quarta, Alencar deverá reunir-se com dirigentes da Varig, representantes do Unibanco e consultores para receber o plano de reestruturação da companhia.
As informações são de Zero Hora.
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Dois interessados na Varig
Dois interessados na Varig
Lisboa - O grupo português Espírito Santo, controlador do banco Millennium bcp, é mais um investidor interessado na compra de ações da Varig. Fontes do setor informaram ontem, em Lisboa, que o grupo já está próximo de oferecer sua proposta pela companhia brasileira. Como este grupo tem acionistas brasileiros, o percentual de compra pode ser superior a 20%, que é o limite determinado para empresas estrangeiras.
Proposta entregue
O vice-presidente comercial da Varig, Alberto Fajerman, disse que a oferta do Grupo Pestana, outro grupo português interessado em ações da companhia brasileira, ainda não está definida, mas ontem mesmo a euroAtlantic Airways (EAA) entregou ao governo brasileiro e ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) uma proposta para a aquisição de 20% do capital da companhia aérea brasileira.
Bom relacionamento
A euroAtlantic, controlada pelo Grupo Pestana, não deu pormenores sobre a proposta. "Temos excelente relacionamento com a Varig, com a qual mantemos um acordo envolvendo dois aviões Boeing 767-300ER, um número que poderá aumentar a curto prazo", referiu a EAA em comunicado. (Sonia Moraes e Reuters)
15/03/2005 - Jornal Gazeta Mercantil
Lisboa - O grupo português Espírito Santo, controlador do banco Millennium bcp, é mais um investidor interessado na compra de ações da Varig. Fontes do setor informaram ontem, em Lisboa, que o grupo já está próximo de oferecer sua proposta pela companhia brasileira. Como este grupo tem acionistas brasileiros, o percentual de compra pode ser superior a 20%, que é o limite determinado para empresas estrangeiras.
Proposta entregue
O vice-presidente comercial da Varig, Alberto Fajerman, disse que a oferta do Grupo Pestana, outro grupo português interessado em ações da companhia brasileira, ainda não está definida, mas ontem mesmo a euroAtlantic Airways (EAA) entregou ao governo brasileiro e ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) uma proposta para a aquisição de 20% do capital da companhia aérea brasileira.
Bom relacionamento
A euroAtlantic, controlada pelo Grupo Pestana, não deu pormenores sobre a proposta. "Temos excelente relacionamento com a Varig, com a qual mantemos um acordo envolvendo dois aviões Boeing 767-300ER, um número que poderá aumentar a curto prazo", referiu a EAA em comunicado. (Sonia Moraes e Reuters)
15/03/2005 - Jornal Gazeta Mercantil
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VARIG
O presidente Carlos Martins disse ontem ao vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, ter recebido duas propostas de compra da Varig. Para Alencar, a solução será de mercado. 'O governo não vai interferir.' Os interessados seriam o grupo português Pestana e o empresário brasileiro Nelson Tanure.
Correio do Povo
Porto Alegre - RS - Brasil
O presidente Carlos Martins disse ontem ao vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, ter recebido duas propostas de compra da Varig. Para Alencar, a solução será de mercado. 'O governo não vai interferir.' Os interessados seriam o grupo português Pestana e o empresário brasileiro Nelson Tanure.
Correio do Povo
Porto Alegre - RS - Brasil



