Agência da aviação quer punir o 'overbooking'
As empresas aéreas que praticarem sem motivos o overbooking - venda de passagens acima do número de assentos disponíveis - serão punidas com rigor. Quem garante é Milton Zuanazzi, o primeiro presidente do mais novo órgão regulador do país, a Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), que sucederá o Departamento de Aviação Civil (DAC).
Zuanazzi lembrou que a lei que criou a agência permite a liberdade tarifária e uma maior afinidade com os órgãos de defesa da concorrência e do consumidor na adoção de medidas contra a concorrência predatória e o dumping. Ele disse que não haverá precipitações, como a que ocorreu em 2003, quando o DAC suspendeu as promoções da Gol de bilhetes a R$ 50 para qualquer destino do país:
- Não é desleal vender bilhete a R$ 50 ou a R$ 1. Se eu vendo a tarifa cheia de ida e cobro R$ 1 na volta, estou dando um desconto de 50%.
A Anac funcionará em Brasília, conforme a lei que a criou. A transferência dos cerca de 1.500 funcionários, entre militares e civis, começará em 2007.
A Anac começará a funcionar amanhã com a posse dos diretores. Dos quatro indicados, só um tem experiência no setor, o técnico do DAC coronel Jorge Vellozo. Zuanazzi é filiado ao PT gaúcho e trabalhava no Ministério do Turismo; o ex-deputado Leur Lomanto, que estava na Infraero, é indicação do PMDB; e Denise de Abreu é ligada ao ex-ministro José Dirceu. Ainda há uma vaga.
Fonte: O Globo
Maurício.
ANAC (fim do DAC) e 'overbooking'
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jambock
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Prezado Maurício:
Só complementando...
Infraero avalia fim do overbooking
O governo federal estuda uma forma de acabar com o overbooking, prática das empresas aéreas que consiste em aceitar um número de passageiros maior do que a capacidade dos aviões.
A intenção é evitar que as desistências de última hora causem ociosidade nos aviões. Carlos Wilson, presidente da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), admitiu a possibilidade de aplicação de multa às companhias, embora tenha afirmado que espera um entendimento entre as empresas e o Departamento de Aviação Civil (DAC).
O estudo foi iniciado depois do episódio protagonizado pelo comandante do Exército, general Francisco Albuquerque, no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), no início deste mês.
O general foi acusado de interromper a decolagem de um avião da TAM para Brasília para que ele e a mulher pudessem embarcar. No avião, havia um overbooking de pelo menos 16 passageiros.
- Não é possível haver 20 ou 30 passageiros a mais em todo avião. As companhias aéreas precisam ter mais responsabilidade - afirmou Wilson.
fonte: jornal "Zero Hora" 20 mar 2006
Um abraço e até mais...
Cláudio Severino da Silva
jambock@brturbo.com.br
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Infraero avalia fim do overbooking
O governo federal estuda uma forma de acabar com o overbooking, prática das empresas aéreas que consiste em aceitar um número de passageiros maior do que a capacidade dos aviões.
A intenção é evitar que as desistências de última hora causem ociosidade nos aviões. Carlos Wilson, presidente da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), admitiu a possibilidade de aplicação de multa às companhias, embora tenha afirmado que espera um entendimento entre as empresas e o Departamento de Aviação Civil (DAC).
O estudo foi iniciado depois do episódio protagonizado pelo comandante do Exército, general Francisco Albuquerque, no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), no início deste mês.
O general foi acusado de interromper a decolagem de um avião da TAM para Brasília para que ele e a mulher pudessem embarcar. No avião, havia um overbooking de pelo menos 16 passageiros.
- Não é possível haver 20 ou 30 passageiros a mais em todo avião. As companhias aéreas precisam ter mais responsabilidade - afirmou Wilson.
fonte: jornal "Zero Hora" 20 mar 2006
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Cláudio Severino da Silva
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Editado pela última vez por jambock em Qui Mar 23, 2006 11:33, em um total de 1 vez.
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sobre a nova Anac
E ainda sobre a nova Anac:
No regulamento da agência, está previsto que os militares que trabalham com o setor de aviação civil têm de deixar o órgão nos próximos cinco anos. De acordo com o cronograma usado pela agência, cada quinto dos militares (20%) precisa deixar o trabalho por ano. Diante disso, alguns militares têm dito que civis irão comandar o setor como "pilotos sem brevê".(...).
Fonte: JB
Maurício.
No regulamento da agência, está previsto que os militares que trabalham com o setor de aviação civil têm de deixar o órgão nos próximos cinco anos. De acordo com o cronograma usado pela agência, cada quinto dos militares (20%) precisa deixar o trabalho por ano. Diante disso, alguns militares têm dito que civis irão comandar o setor como "pilotos sem brevê".(...).
Fonte: JB
Maurício.
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jambock
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Meus prezados:
Prejuízo maior poderá ficar com o usuário
Fim do overbooking acabaria com a possibilidade de reutilizar o bilhete
O diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, disse que a venda de um número maior de passagens do que os assentos disponíveis nos vôos (overbooking) não pode se transformar numa regra para as companhias aéreas e recomendou cautela na avaliação do problema.
Ele participou do Fórum Panrotas, que reuniu os principais executivos e do setor em São Paulo.
- A companhia aérea tem sempre que dar uma solução para o overbooking antes de o avião sair do aeroporto. Se o passageiro fez o check-in, não pode ser abandonado - recomendou.
Zuanazzi alertou ainda que é preciso analisar o que for melhor para o usuário. A proibição do overbooking poderia privar o passageiro da possibilidade de reutilização de bilhetes, em caso do não comparecimento ao embarque (o chamado no-show).
- Se acabar o overbooking e o no-show, o passageiro perderia o vôo, a exemplo do que ocorre no transporte rodoviário - comparou.
No evento, ele afirmou que a agência trabalhará a favor da liberdade tarifária e da livre concorrência no segmento, porém cuidando para que isso não se confunda com liberalidade da aviação.
- Não vamos permitir práticas tarifárias que sejam predatórias ao mercado - disse, sem descartar a possibilidade de adoção de bandas tarifárias como forma de controle da formatação dos preços das passagens aéreas.
fonte: jornal "Zero Hora" 23 mar 2006
Um abraço e até mais...
Cláudio Severino da Silva
Prejuízo maior poderá ficar com o usuário
Fim do overbooking acabaria com a possibilidade de reutilizar o bilhete
O diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, disse que a venda de um número maior de passagens do que os assentos disponíveis nos vôos (overbooking) não pode se transformar numa regra para as companhias aéreas e recomendou cautela na avaliação do problema.
Ele participou do Fórum Panrotas, que reuniu os principais executivos e do setor em São Paulo.
- A companhia aérea tem sempre que dar uma solução para o overbooking antes de o avião sair do aeroporto. Se o passageiro fez o check-in, não pode ser abandonado - recomendou.
Zuanazzi alertou ainda que é preciso analisar o que for melhor para o usuário. A proibição do overbooking poderia privar o passageiro da possibilidade de reutilização de bilhetes, em caso do não comparecimento ao embarque (o chamado no-show).
- Se acabar o overbooking e o no-show, o passageiro perderia o vôo, a exemplo do que ocorre no transporte rodoviário - comparou.
No evento, ele afirmou que a agência trabalhará a favor da liberdade tarifária e da livre concorrência no segmento, porém cuidando para que isso não se confunda com liberalidade da aviação.
- Não vamos permitir práticas tarifárias que sejam predatórias ao mercado - disse, sem descartar a possibilidade de adoção de bandas tarifárias como forma de controle da formatação dos preços das passagens aéreas.
fonte: jornal "Zero Hora" 23 mar 2006
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Cláudio Severino da Silva