Macau quer ligação directa a Lisboa
Enviado: Ter Abr 11, 2006 12:35
Macau quer ligação directa a Lisboa
EXPRESSO
O director do Aeroporto Internacional de Macau, Carlos Seruca Salgado, revelou que as obras de extensão das infra-estruturas, previstas para o final do ano, vão permitir melhores condições de operacionalidade, colocando a hipótese de ter companhias portuguesas a fazer uma ligação directa a Lisboa. A nova rota é um dos projectos que tem em mente, a par com o desenvolvimento do sector de carga.
O trabalho de campo ainda está por fazer, pois «para atrair companhias portuguesas para Macau é preciso desde logo mostrar que há mercado», mas com uma aerogare e uma pista maiores essa possibilidade poderá ser viável. Para já, Seruca Salgado garante ser necessário «avaliar e perceber se há alguma possibilidade de apresentarmos a proposta às companhias bem como um conjunto de incentivos, por exemplo taxas mais reduzidas durante o primeiro ano de operação». A TAP estará na lista dos operadores a contactar, mas a companhia tem outros planos.
Ao EXPRESSO, o assessor de comunicação da TAP disse que «novos destinos só serão considerados no âmbito da renovação de longo curso, que decorrerá nos próximos anos». Segundo António Monteiro, «neste momento, a frota está toda ocupada, não havendo condições para considerar novos destinos» e acrescentou que «a companhia perspectiva voos para o Extremo Oriente apenas integrados na Star Alliance».
Vera Lúcia Arreigoso
EXPRESSO
O director do Aeroporto Internacional de Macau, Carlos Seruca Salgado, revelou que as obras de extensão das infra-estruturas, previstas para o final do ano, vão permitir melhores condições de operacionalidade, colocando a hipótese de ter companhias portuguesas a fazer uma ligação directa a Lisboa. A nova rota é um dos projectos que tem em mente, a par com o desenvolvimento do sector de carga.
O trabalho de campo ainda está por fazer, pois «para atrair companhias portuguesas para Macau é preciso desde logo mostrar que há mercado», mas com uma aerogare e uma pista maiores essa possibilidade poderá ser viável. Para já, Seruca Salgado garante ser necessário «avaliar e perceber se há alguma possibilidade de apresentarmos a proposta às companhias bem como um conjunto de incentivos, por exemplo taxas mais reduzidas durante o primeiro ano de operação». A TAP estará na lista dos operadores a contactar, mas a companhia tem outros planos.
Ao EXPRESSO, o assessor de comunicação da TAP disse que «novos destinos só serão considerados no âmbito da renovação de longo curso, que decorrerá nos próximos anos». Segundo António Monteiro, «neste momento, a frota está toda ocupada, não havendo condições para considerar novos destinos» e acrescentou que «a companhia perspectiva voos para o Extremo Oriente apenas integrados na Star Alliance».
Vera Lúcia Arreigoso