Greve faz um terço dos vôos serem cancelados na França
Enviado: Ter Mar 28, 2006 14:18
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Um terço dos vôos foram cancelados hoje na França devido à greve contra o polêmico novo contrato de trabalho para jovens, e foram especialmente afetadas as conexões com saída ou chegada nos aeroportos de Paris.
Uma porta-voz da Direção Geral da Aviação Civil explicou à EFE que os cancelamentos atingiam, sobretudo, os vôos internos franceses, e que os maiores problemas se concentravam nos aeroportos Charles de Gaulle e de Orly, nas proximidades da capital.
A porta-voz não informou quais eram as companhias que estavam enfrentando maiores problemas com a greve, e assinalou que no final do dia forneceria dados mais precisos sobre o impacto do protesto.
Em Orly, uma greve dos bombeiros levou ao fechamento de uma das duas pistas do aeroporto, e os atrasos dos aviões que aterrissavam ou partiam era de até 45 minutos, assinalou.
No Charles de Gaulle, os atrasos eram um pouco menores, no máximo de 30 minutos, segundo as informações da Direção de Aviação Civil e da Administração dos Aeroportos de Paris.
Uma porta-voz da segunda organização disse à EFE que nas duas plataformas aeroportuárias de Paris havia esta manhã "poucos distúrbios", já que os passageiros já tinham sido advertidos.
Declarou que nos transportes públicos de acesso ao Charles de Gaulle e ao aeroporto de Orly "a greve parece limitada".
À margem da capital, a Direção de Aviação Civil informou que estavam fechados os aeroportos de Pau e Tarbes, que em Marselha os atrasos dos vôos eram de 30 a 45 minutos e que no resto dos aeroportos, salvo em Montpellier, a situação era "quase normal".
Os sindicatos franceses convocaram esta greve "interprofissional" para exigir a retirada do Contrato de Primeiro Emprego (CPE) dirigido aos jovens menores de 26 anos, que estabelece um período de estágio de dois anos nos quais a empresa pode demitir os jovens sem necessidade de justificar tal decisão.
Um terço dos vôos foram cancelados hoje na França devido à greve contra o polêmico novo contrato de trabalho para jovens, e foram especialmente afetadas as conexões com saída ou chegada nos aeroportos de Paris.
Uma porta-voz da Direção Geral da Aviação Civil explicou à EFE que os cancelamentos atingiam, sobretudo, os vôos internos franceses, e que os maiores problemas se concentravam nos aeroportos Charles de Gaulle e de Orly, nas proximidades da capital.
A porta-voz não informou quais eram as companhias que estavam enfrentando maiores problemas com a greve, e assinalou que no final do dia forneceria dados mais precisos sobre o impacto do protesto.
Em Orly, uma greve dos bombeiros levou ao fechamento de uma das duas pistas do aeroporto, e os atrasos dos aviões que aterrissavam ou partiam era de até 45 minutos, assinalou.
No Charles de Gaulle, os atrasos eram um pouco menores, no máximo de 30 minutos, segundo as informações da Direção de Aviação Civil e da Administração dos Aeroportos de Paris.
Uma porta-voz da segunda organização disse à EFE que nas duas plataformas aeroportuárias de Paris havia esta manhã "poucos distúrbios", já que os passageiros já tinham sido advertidos.
Declarou que nos transportes públicos de acesso ao Charles de Gaulle e ao aeroporto de Orly "a greve parece limitada".
À margem da capital, a Direção de Aviação Civil informou que estavam fechados os aeroportos de Pau e Tarbes, que em Marselha os atrasos dos vôos eram de 30 a 45 minutos e que no resto dos aeroportos, salvo em Montpellier, a situação era "quase normal".
Os sindicatos franceses convocaram esta greve "interprofissional" para exigir a retirada do Contrato de Primeiro Emprego (CPE) dirigido aos jovens menores de 26 anos, que estabelece um período de estágio de dois anos nos quais a empresa pode demitir os jovens sem necessidade de justificar tal decisão.