Mato Grosso registra cinco quedas de aviões com quatro morte
Enviado: Seg Mar 27, 2006 12:56
Mato Grosso registra cinco quedas de aviões com quatro mortes só em Março
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A aviação vive um mês atípico em Mato Grosso. Só neste mês de março foram registrados cinco quedas de aviões no Estado e quatro pessoas morreram: James Saewart Robert, Aduvir Geanini e a mulher Elizabeth Geanini, e Humberto dos Santos Carneiro. O acidente mais recente foi registrado ontem de manhã, em Campo Novo dos Parecis. Segundo informações da Polícia Civil do município, a queda ocorreu por volta das 10h.
A aeronave, um monomotor agrícola, havia acabado de fazer a manutenção. O piloto americano James Saewart Robert morreu no acidente. Não há informações sobre as causas da queda.
Uma equipe da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) já está em Mato Grosso. Os técnicos vieram ao Estado para investigar as causas de um acidente em Nova Maringá, na sexta-feira (24). Auduvir Geanine que pilotava a aeronave e a mulher dele, Elizabete Gianini, morreram carbonizados nesse acidente.
O avião Bonanza, prefixo PT BSI, modelo V35, em que viajavem, explodiu depois de bater com o trem de pouso em algumas árvores, a 200 metros da pista de pouso da fazenda Aparecida do Norte. A propriedade era de Auduvir Geanini. O casal era do interior de São Paulo.
Na quarta-feira (22) da semana passada, um avião C182, caiu no rio São Tomé, na região de Apiacás, extremo norte de Mato Grosso. Cinco pessoas estavam a bordo da aeronave. As vítimas foram resgatadas na quinta-feira (23) com ferimentos leves, e levadas para a cidade de Colíder. O resgate foi feito por uma equipe da Força Aérea Brasileira (FAB). O piloto e outros quatro índios sobrevoavam aldeias indígenas da região.
No dia 18 de março, outro avião bateu numa rede de alta tensão e caiu na cidade de Paranatinga. Três empresários argentinos ficaram feridos no acidente. O bimotor prefixo PT-LRPO, fretado pelos empresários, chocou-se com a rede elétrica quando se preparava para pousar. De acordo com informações, a pista de pouso em Paranatinga é de terra batida e havia pouca visibilidade no momento do pouso. O piloto não conseguiu visualizar uma rede de alta tensão, a hélice do motor esquerdo enroscou nos fios, derrubando a rede. O trem de pouso quebrou e a aeronave se arrastou por cerca de 100 metros. Os ocupantes do avião tiveram apenas ferimentos leves
A primeira queda de avião registrada em março foi no dia sete, em Campo Novo dos Parecis, mesma cidade da queda do avião deste domingo que vitimou o americano. O avião que caiu no dia sete de março também era uma aeronave agrícola modelo Ipanema. O acidente ocorreu enquanto o avião pulverizava uma lavoura de soja sobre a fazenda Brejão, distante 12 quilômetros da cidade. O piloto Humberto dos Santos Carneiro (47) morreu na queda. As suspeitas é de que uma pane no motor ou problemas de saúde do piloto tenha derrubado o avião. Experiente, Humberto tinha mais de vinte anos de experiência. As causas dos cinco acidentes devem ser esclarecidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Fonte: ( RMT Online )
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A aviação vive um mês atípico em Mato Grosso. Só neste mês de março foram registrados cinco quedas de aviões no Estado e quatro pessoas morreram: James Saewart Robert, Aduvir Geanini e a mulher Elizabeth Geanini, e Humberto dos Santos Carneiro. O acidente mais recente foi registrado ontem de manhã, em Campo Novo dos Parecis. Segundo informações da Polícia Civil do município, a queda ocorreu por volta das 10h.
A aeronave, um monomotor agrícola, havia acabado de fazer a manutenção. O piloto americano James Saewart Robert morreu no acidente. Não há informações sobre as causas da queda.
Uma equipe da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) já está em Mato Grosso. Os técnicos vieram ao Estado para investigar as causas de um acidente em Nova Maringá, na sexta-feira (24). Auduvir Geanine que pilotava a aeronave e a mulher dele, Elizabete Gianini, morreram carbonizados nesse acidente.
O avião Bonanza, prefixo PT BSI, modelo V35, em que viajavem, explodiu depois de bater com o trem de pouso em algumas árvores, a 200 metros da pista de pouso da fazenda Aparecida do Norte. A propriedade era de Auduvir Geanini. O casal era do interior de São Paulo.
Na quarta-feira (22) da semana passada, um avião C182, caiu no rio São Tomé, na região de Apiacás, extremo norte de Mato Grosso. Cinco pessoas estavam a bordo da aeronave. As vítimas foram resgatadas na quinta-feira (23) com ferimentos leves, e levadas para a cidade de Colíder. O resgate foi feito por uma equipe da Força Aérea Brasileira (FAB). O piloto e outros quatro índios sobrevoavam aldeias indígenas da região.
No dia 18 de março, outro avião bateu numa rede de alta tensão e caiu na cidade de Paranatinga. Três empresários argentinos ficaram feridos no acidente. O bimotor prefixo PT-LRPO, fretado pelos empresários, chocou-se com a rede elétrica quando se preparava para pousar. De acordo com informações, a pista de pouso em Paranatinga é de terra batida e havia pouca visibilidade no momento do pouso. O piloto não conseguiu visualizar uma rede de alta tensão, a hélice do motor esquerdo enroscou nos fios, derrubando a rede. O trem de pouso quebrou e a aeronave se arrastou por cerca de 100 metros. Os ocupantes do avião tiveram apenas ferimentos leves
A primeira queda de avião registrada em março foi no dia sete, em Campo Novo dos Parecis, mesma cidade da queda do avião deste domingo que vitimou o americano. O avião que caiu no dia sete de março também era uma aeronave agrícola modelo Ipanema. O acidente ocorreu enquanto o avião pulverizava uma lavoura de soja sobre a fazenda Brejão, distante 12 quilômetros da cidade. O piloto Humberto dos Santos Carneiro (47) morreu na queda. As suspeitas é de que uma pane no motor ou problemas de saúde do piloto tenha derrubado o avião. Experiente, Humberto tinha mais de vinte anos de experiência. As causas dos cinco acidentes devem ser esclarecidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Fonte: ( RMT Online )