Seis anos depois da reforma, terminal já está obsoleto
Enviado: Seg Mar 27, 2006 12:47
Seis anos depois da reforma, terminal já está obsoleto
Frankie Marcone/DN - Diário de Natal
O terminal precisa crescer de 1,2 milhão para 2 milhões de passageiros/ano
O terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Augusto Severo, que na última sexta-feira completou seis de funcionamento após sua ampliação, já está obsoleto. Com sua capacidade ultrapassada há dois anos, o aeroporto deverá passar por uma ampliação ainda neste ano. A expectativa da Infraero é que com a reforma sua capacidade suba de 1,2 milhão para 2 milhões passageiros/ano.
Apesar da beleza arquitetônica, o novo terminal não suporta mais a demanda de embarques e desembarques e isso vem causando transtornos para os usuários. Nos horários de pico, longas e demoradas filas para fazer o check-in são ocasionadas principalmente devido ao pequeno espaço destinado para companhias aéreas realizarem o serviço. As principais empresas (Varig, Tam, Gol e BRA) dispõem de dois a três balcões para atender todos os clientes.
O gerente da Varig em Natal, João Carlos Pereira de Souza, disse que uma ampliação é necessária, mas reconhece o esforço da Infraero em garantir o atendimento aos passageiros. ‘‘Acredito que na época que o novo terminal foi projetado, não se imaginava que o crescimento do fluxo de passageiros seria tão rápido. Sei que já existe um projeto para ampliação, e ela é necessária’’, declara.
O superintendente da Infraero em Natal, Manoel Henrique Cardoso Bandeira, afirmou que o projeto para ampliação do Augusto Severo está pronto, aguardando somente a liberação da verba (R$ 4 milhões) para poder fazer a licitação da empresa que assumirá a obra. Segundo Bandeira, a área do antigo terminal será utilizada na ampliação, além de diversas mudanças e adequações no terminal atual.
‘‘Em 2005, mais de 1,3 milhão de passageiros passaram pelo aeroporto. Precisamos fazer a reforma para aguardar a construção do novo aeroporto (em São Gonçalo do Amarante). Com a ampliação, o terminal terá capacidade para receber 2 milhões de pessoas por ano’’, explicou.
Frankie Marcone/DN - Diário de Natal
O terminal precisa crescer de 1,2 milhão para 2 milhões de passageiros/ano
O terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Augusto Severo, que na última sexta-feira completou seis de funcionamento após sua ampliação, já está obsoleto. Com sua capacidade ultrapassada há dois anos, o aeroporto deverá passar por uma ampliação ainda neste ano. A expectativa da Infraero é que com a reforma sua capacidade suba de 1,2 milhão para 2 milhões passageiros/ano.
Apesar da beleza arquitetônica, o novo terminal não suporta mais a demanda de embarques e desembarques e isso vem causando transtornos para os usuários. Nos horários de pico, longas e demoradas filas para fazer o check-in são ocasionadas principalmente devido ao pequeno espaço destinado para companhias aéreas realizarem o serviço. As principais empresas (Varig, Tam, Gol e BRA) dispõem de dois a três balcões para atender todos os clientes.
O gerente da Varig em Natal, João Carlos Pereira de Souza, disse que uma ampliação é necessária, mas reconhece o esforço da Infraero em garantir o atendimento aos passageiros. ‘‘Acredito que na época que o novo terminal foi projetado, não se imaginava que o crescimento do fluxo de passageiros seria tão rápido. Sei que já existe um projeto para ampliação, e ela é necessária’’, declara.
O superintendente da Infraero em Natal, Manoel Henrique Cardoso Bandeira, afirmou que o projeto para ampliação do Augusto Severo está pronto, aguardando somente a liberação da verba (R$ 4 milhões) para poder fazer a licitação da empresa que assumirá a obra. Segundo Bandeira, a área do antigo terminal será utilizada na ampliação, além de diversas mudanças e adequações no terminal atual.
‘‘Em 2005, mais de 1,3 milhão de passageiros passaram pelo aeroporto. Precisamos fazer a reforma para aguardar a construção do novo aeroporto (em São Gonçalo do Amarante). Com a ampliação, o terminal terá capacidade para receber 2 milhões de pessoas por ano’’, explicou.