Varig e BRA em inferno astral
Enviado: Sex Mar 24, 2006 13:03
Varig e BRA em inferno astral
Panrotas
A semana não está das melhores para Varig e BRA. A primeira é assunto de uma reportagem extensa da revista Exame, nas bancas, com denúncias de que até caviar que seria comprado para a primeira classe da Varig era desviado e vendido para festas de socialites cariocas. Ex-presidentes como Luiz Martins e Arnin Lore fazem comentários na reportagem, que cita relatórios da Lufthansa Consulting e a possível demissão de 2,5 mil funcionários.
Já a BRA, que teve um avião envolvido em um acidente na quarta-feira, 22, em Congonhas (SP) — a aeronave derrapou e os passageiros tiveram de descer nos colchões infláveis de emergência, à beira da avenida Bandeirantes — está sendo acusada pelo Sindicato dos Aeroviários, mediante denúncias de ex-pilotos demitidos, de irregularidades trabalhistas, como redução de salários e não recolhimento de FGTS. Na denúncia chega-se a falar de que um dos donos da empresa, Humberto Folegatti, fuma a bordo e come a refeição dos tripulantes, que tem de ser especial devido á legislação específica da categoria de comissários de bordo.
Folegatti negou as acusações e disse que os comandantes dispensados ganhavam acima do previsto pela legislação e que mesmo assim a média de salários da BRA é uma das maiores do mercado. Além disso ele afirma que um dos demitidos que estaria enviando cartas anônimas ao trade e que fez a denúncia empregou parentes sem o conhecimento da diretoria da BRA, o que não é permitido.
Sobre o acidente em Congonhas, quando um de seus Boeing aterrissou em pista molhada e sb chuva e acabou derrapando, especialistas falam que há um afundamento em uma das pistas de Congonhas. Está aberto o debate sobre a infra-estrutura aeroportuária na maior cidade da América Latina.
Artur Luiz Andrade
Panrotas
A semana não está das melhores para Varig e BRA. A primeira é assunto de uma reportagem extensa da revista Exame, nas bancas, com denúncias de que até caviar que seria comprado para a primeira classe da Varig era desviado e vendido para festas de socialites cariocas. Ex-presidentes como Luiz Martins e Arnin Lore fazem comentários na reportagem, que cita relatórios da Lufthansa Consulting e a possível demissão de 2,5 mil funcionários.
Já a BRA, que teve um avião envolvido em um acidente na quarta-feira, 22, em Congonhas (SP) — a aeronave derrapou e os passageiros tiveram de descer nos colchões infláveis de emergência, à beira da avenida Bandeirantes — está sendo acusada pelo Sindicato dos Aeroviários, mediante denúncias de ex-pilotos demitidos, de irregularidades trabalhistas, como redução de salários e não recolhimento de FGTS. Na denúncia chega-se a falar de que um dos donos da empresa, Humberto Folegatti, fuma a bordo e come a refeição dos tripulantes, que tem de ser especial devido á legislação específica da categoria de comissários de bordo.
Folegatti negou as acusações e disse que os comandantes dispensados ganhavam acima do previsto pela legislação e que mesmo assim a média de salários da BRA é uma das maiores do mercado. Além disso ele afirma que um dos demitidos que estaria enviando cartas anônimas ao trade e que fez a denúncia empregou parentes sem o conhecimento da diretoria da BRA, o que não é permitido.
Sobre o acidente em Congonhas, quando um de seus Boeing aterrissou em pista molhada e sb chuva e acabou derrapando, especialistas falam que há um afundamento em uma das pistas de Congonhas. Está aberto o debate sobre a infra-estrutura aeroportuária na maior cidade da América Latina.
Artur Luiz Andrade