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LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Seg Jan 24, 2022 21:22
por Marcelo Magalhães
Amigos:

Gostaria de participar o lançamento do meu segundo livro de aviação (depois do 707 no Brasil) que trata sobre o DC-3 no Brasil, especificamente a frota detalhada de cada operador civil.

Na imagem anexa dados da obra e de como adquirir.

ImagemDC3 No Brasil Teaser by Marcelo Magalhães, no Flickr

Abs!

Marcelo Magalhães

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Seg Jan 24, 2022 22:17
por Maurício
Marcelo, parabéns pela iniciativa do registro histórico. Vou adquirir um exemplar.

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Ter Jan 25, 2022 11:16
por Marcelo Magalhães
Maurício escreveu:Marcelo, parabéns pela iniciativa do registro histórico. Vou adquirir um exemplar.
Obrigado, aguardo seu contato amigo!

SDS

Marcelo Magalhães

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Sex Mai 27, 2022 12:27
por AeroEntusiasta
Está disponível a segunda edição do "CLÁSSICO DC-3/C-47 NO BRASIL" de Marcelo Magalhães

Imagem

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Sex Jan 06, 2023 20:56
por tassio.oak
Pergunta sobre os DC3:

A especificacao original da aeronave era transportar 21 passageiros. Depois o numero de assentos cresceu com mais densidade. No Brasil qual era o numero de assentos tipico no DC3?

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Seg Jan 09, 2023 09:43
por Maurício
Que eu saiba, 32 pax.

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Sáb Jan 28, 2023 00:58
por tassio.oak
Maurício escreveu: Seg Jan 09, 2023 09:43 Que eu saiba, 32 pax.
Grato. Porém parece que a resposta não é única. Em 1946 os DC-3 da Panair tinham 21 assentos. O anuário de 1952 fala da conversão de todos os DC-3 para 28 assentos. Me parece possivel que ao longo da operação do DC-3 no Brasil ele foi da configuração original de 21 para 28 e depois para 32 assentos. O desejo que vemos hoje de cias aéreas quererem adicionar mais assentos no mesmo espaço parece que ja' existia naquela época.

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Seg Jan 30, 2023 17:11
por Maurício
Correto. Houve variações entre companhias.

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Sáb Fev 11, 2023 23:45
por AB3_SNL
tassio.oak escreveu: Sáb Jan 28, 2023 00:58
Maurício escreveu: Seg Jan 09, 2023 09:43 Que eu saiba, 32 pax.
Grato. Porém parece que a resposta não é única. Em 1946 os DC-3 da Panair tinham 21 assentos. O anuário de 1952 fala da conversão de todos os DC-3 para 28 assentos. Me parece possivel que ao longo da operação do DC-3 no Brasil ele foi da configuração original de 21 para 28 e depois para 32 assentos. O desejo que vemos hoje de cias aéreas quererem adicionar mais assentos no mesmo espaço parece que ja' existia naquela época.
O mesmo aconteceu com o Caravelle na SC.

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Seg Fev 13, 2023 10:45
por Maurício
Foi por volta de 1967/68, quando os voos com Caravelles estavam deficitários. Aumentaram a capacidade para 79 pax e criaram rotas longas diretas, tipo GIG/BEL, GIG/FOR. Se não me engano isso.

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Qua Fev 15, 2023 13:52
por tassio.oak
Os Caravelle da Varig tambem foram aeronaves que sofreram adições sucessivas de assentos. Inicialmente tinham somente 40 assentos para servir a rota de Nova York. Depois foram modificados para 52 assentos, 68, e 73 assentos depois que migraram para rotas de curta distancia.

Re: LIVRO DC-3 no Brasil - Frotas de Operadores Civis

Enviado: Sex Fev 24, 2023 03:03
por AB3_SNL
Maurício escreveu: Seg Fev 13, 2023 10:45 Foi por volta de 1967/68, quando os voos com Caravelles estavam deficitários. Aumentaram a capacidade para 79 pax e criaram rotas longas diretas, tipo GIG/BEL, GIG/FOR. Se não me engano isso.
Não recordo a configuração do CVL no final da CRUZEIRO, mas estavam relegados a rotas tipo MAO-STM-BEL, BEL-MAO, GIG-CGR-VVI e os 737-200 foram substituindo os CVL, até que veio a compra da VRG e aí sairam praticamente de maneira imediata.

Mas, voltando ao centro do tópico, livro espetacular, muito bom mesmo, tomara que o Marcelo se anime a realizar de outros aviões!