Air Gemini perde onze mil clientes em dois anos
Enviado: Qui Ago 06, 2009 20:03
Air Gemini perde onze mil clientes em dois anos
A companhia aérea angolana “Air Gemini” tem perdido, nos últimos dois anos, onze mil passageiros transportados, disse hoje, segunda-feira, em Luanda, o director-geral da empresa, Nelson Carvalho.
Para o director que falava à Angop, por detrás desta queda “brutal” de 20 mil para nove mil passageiros, estão implícitos vários factores, entre eles o encerramento de vários aeroportos nacionais para obras de reabilitação, a abertura das estradas e a actual crise económica mundial.
“Como é do conhecimento público, o governo está a reabilitar algumas infra-estruturas aeroportuárias, por esta razão nós e as demais companhias não pudemos operar por exemplo para Saurimo, Dundo, kuito e outras, cidades”, lamentou.
Quanto as rotas aéreas mais curtas, Nelson Carvalho acredita que a abertura das estradas também tenha contribuído para o decréscimo da procura dos serviços da Air Gemini.
“Hoje o passageiro pensa duas vezes antes de se deslocar de avião para o Huambo, Benguela ou Lubango, porque as estradas estão boas, faz-se de cinco a seis horas de viagem, quando de avião são em média 50 minutos”, referiu.
Recordou que além do tempo de voo o passageiro tem mais duas horas antes do “chek in” e ainda pode ter que enfrentar algum atraso, daí o facto de muita gente preferir pegar no carro e seguir por estrada.
A Air Gemini opera com quatro aviões, sendo dois do tipo Boeing-727 e dois DC-9, versão combi (passageiros e carga), com a capacidade para transportar até quatro paletes de carga equivalentes a 12 toneladas e 42 passageiros.
A transportadora realiza voos a partir de Luanda para as cidades de Cabinda, Menongue (Kuando Kubango), Ondjiva (Cunene), Lubango (Huíla), Namibe, Moxico e para outros destinos não mencionados, com menos regularidade.
Fonte: Angola Press
A companhia aérea angolana “Air Gemini” tem perdido, nos últimos dois anos, onze mil passageiros transportados, disse hoje, segunda-feira, em Luanda, o director-geral da empresa, Nelson Carvalho.
Para o director que falava à Angop, por detrás desta queda “brutal” de 20 mil para nove mil passageiros, estão implícitos vários factores, entre eles o encerramento de vários aeroportos nacionais para obras de reabilitação, a abertura das estradas e a actual crise económica mundial.
“Como é do conhecimento público, o governo está a reabilitar algumas infra-estruturas aeroportuárias, por esta razão nós e as demais companhias não pudemos operar por exemplo para Saurimo, Dundo, kuito e outras, cidades”, lamentou.
Quanto as rotas aéreas mais curtas, Nelson Carvalho acredita que a abertura das estradas também tenha contribuído para o decréscimo da procura dos serviços da Air Gemini.
“Hoje o passageiro pensa duas vezes antes de se deslocar de avião para o Huambo, Benguela ou Lubango, porque as estradas estão boas, faz-se de cinco a seis horas de viagem, quando de avião são em média 50 minutos”, referiu.
Recordou que além do tempo de voo o passageiro tem mais duas horas antes do “chek in” e ainda pode ter que enfrentar algum atraso, daí o facto de muita gente preferir pegar no carro e seguir por estrada.
A Air Gemini opera com quatro aviões, sendo dois do tipo Boeing-727 e dois DC-9, versão combi (passageiros e carga), com a capacidade para transportar até quatro paletes de carga equivalentes a 12 toneladas e 42 passageiros.
A transportadora realiza voos a partir de Luanda para as cidades de Cabinda, Menongue (Kuando Kubango), Ondjiva (Cunene), Lubango (Huíla), Namibe, Moxico e para outros destinos não mencionados, com menos regularidade.
Fonte: Angola Press