Crise leva Varig a cancelar nove rotas
Enviado: Qua Mar 09, 2005 15:47
Aguinaldo Novo e Geralda Doca - O Globo
SÃO PAULO e BRASÍLIA - Com o agravamento da crise da Varig, a companhia decidiu cancelar nove rotas, num total de 104 freqüências (horários) consideradas deficitárias pela empresa. Três partem do Rio: Galeão-Porto Alegre, Galeão-Salvador-Recife-Ilhéus, e Galeão-Salvador-Ilhéus. Entre os outros trechos estão São Paulo-Curitiba-Caxias do Sul-Londrina, Campinas-Curitiba, e Porto Seguro-Salvador.
Os cortes constam do proposta da nova malha da empresa enviada ao Departamento de Aviação Civil (DAC) na última quinta-feira e que deverá entrar em vigor na semana que vem. Na tentativa de reforçar o caixa, a Varig pediu a ativação de algumas rotas a partir de Congonhas e quatro novos vôos saindo de Brasília, Guarulhos e Fortaleza. Essas mudanças continuarão em vigor com o fim do compartilhamento de assentos (code share) com a TAM, previsto para maio.
Segundo o DAC, os passageiros não serão prejudicados, porque as empresas concorrentes já atendem essas cidades. Ao contrário da Varig, a TAM e a Gol querem ampliar sua participação no mercado. De acordo com a proposta da TAM enviada ao DAC, a companhia pediu 21 novas rotas, num total de 358 freqüências, sendo que 186 delas estão na ponte aérea Rio-São Paulo, trecho mais lucrativo da malha. A Gol também quer esse trecho.
Estudo do DAC revela que a falência da Varig não causaria grandes problemas no mercado doméstico, que acabaria se acomodando. No caso das rotas internacionais, o governo designaria outras empresas - de bandeira brasileira - para operar no exterior.
SÃO PAULO e BRASÍLIA - Com o agravamento da crise da Varig, a companhia decidiu cancelar nove rotas, num total de 104 freqüências (horários) consideradas deficitárias pela empresa. Três partem do Rio: Galeão-Porto Alegre, Galeão-Salvador-Recife-Ilhéus, e Galeão-Salvador-Ilhéus. Entre os outros trechos estão São Paulo-Curitiba-Caxias do Sul-Londrina, Campinas-Curitiba, e Porto Seguro-Salvador.
Os cortes constam do proposta da nova malha da empresa enviada ao Departamento de Aviação Civil (DAC) na última quinta-feira e que deverá entrar em vigor na semana que vem. Na tentativa de reforçar o caixa, a Varig pediu a ativação de algumas rotas a partir de Congonhas e quatro novos vôos saindo de Brasília, Guarulhos e Fortaleza. Essas mudanças continuarão em vigor com o fim do compartilhamento de assentos (code share) com a TAM, previsto para maio.
Segundo o DAC, os passageiros não serão prejudicados, porque as empresas concorrentes já atendem essas cidades. Ao contrário da Varig, a TAM e a Gol querem ampliar sua participação no mercado. De acordo com a proposta da TAM enviada ao DAC, a companhia pediu 21 novas rotas, num total de 358 freqüências, sendo que 186 delas estão na ponte aérea Rio-São Paulo, trecho mais lucrativo da malha. A Gol também quer esse trecho.
Estudo do DAC revela que a falência da Varig não causaria grandes problemas no mercado doméstico, que acabaria se acomodando. No caso das rotas internacionais, o governo designaria outras empresas - de bandeira brasileira - para operar no exterior.