TAAG - Luanda / Pequim
Enviado: Ter Mai 20, 2008 08:30
TAAG prepara rota para China e quer mais vôos para o Brasil
Lisboa - A companhia aérea angolana TAAG está preparando a abertura de uma rota para a China e quer aumentar a freqüência de vôos para o Brasil, afirmou o diretor comercial da empresa, José Venâncio.
Em entrevista ao Jornal de Angola, o diretor da transportadora, atualmente impedida de entrar no espaço aéreo europeu, afirmou que a rota para a China deve ser inaugurada até o final do ano, dependendo apenas da autorização de Pequim.
Segundo José Venâncio, a abertura da rota se justifica pelas crescentes relações bilaterais entre os dois países, que estão gerando uma maior demanda por vôos.
A China tem se assumido como o principal financiador da reconstrução da infra-estrutura angolana, com um apoio estimado em US$ 7 bilhões, por meio de duas linhas de crédito do banco estatal de apoio ao comércio externo (Eximbank) e de outra do Fundo Internacional da China.
A contrapartida ao financiamento é o fornecimento de petróleo aos chineses. Em 2008, Angola ultrapassou a Arábia Saudita e se tornou a principal origem da matéria-prima consumida na China.
Na entrevista ao Jornal de Angola, José Venâncio afirma que também em relação ao Brasil o aumento da procura justifica uma maior oferta de assentos por parte da companhia, abrindo a possibilidade de a freqüência passar de três para quatro ou cinco vôos semanais.
"O tráfego, a demanda, assim o exige. Eu penso que o Brasil vai evoluir como evoluiu Lisboa para vôos diários", afirmou José Venâncio.
No ano passado, a TAAG faturou US$ 370 milhões, mesmo com sua entrada na "lista negra" da União Européia - que teme pela falta de segurança nos vôos da transportadora angolana.
Nos planos de expansão da TAAG está ainda o reforço das operações na África, incluindo escalas em Libreville (Gabão), Malabo (Guiné Equatorial) e Cotonou (Benim).
“Estamos estudando a possibilidade de podermos conjugar dois países, ou três, com uma das outras rotas já existentes. [...] Podermos ir a um determinado país buscar tráfego para levar para outro. Se fizermos, por exemplo, Luanda-Kinshasa-Cotonou, ao chegar a Kinshasa, podemos levar tráfego para Cotonou”, explicou José Venâncio.
Na semana passada, a transportadora angolana inaugurou a rota Luanda-Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
Por Agência Lusa
19/05/2008
Lisboa - A companhia aérea angolana TAAG está preparando a abertura de uma rota para a China e quer aumentar a freqüência de vôos para o Brasil, afirmou o diretor comercial da empresa, José Venâncio.
Em entrevista ao Jornal de Angola, o diretor da transportadora, atualmente impedida de entrar no espaço aéreo europeu, afirmou que a rota para a China deve ser inaugurada até o final do ano, dependendo apenas da autorização de Pequim.
Segundo José Venâncio, a abertura da rota se justifica pelas crescentes relações bilaterais entre os dois países, que estão gerando uma maior demanda por vôos.
A China tem se assumido como o principal financiador da reconstrução da infra-estrutura angolana, com um apoio estimado em US$ 7 bilhões, por meio de duas linhas de crédito do banco estatal de apoio ao comércio externo (Eximbank) e de outra do Fundo Internacional da China.
A contrapartida ao financiamento é o fornecimento de petróleo aos chineses. Em 2008, Angola ultrapassou a Arábia Saudita e se tornou a principal origem da matéria-prima consumida na China.
Na entrevista ao Jornal de Angola, José Venâncio afirma que também em relação ao Brasil o aumento da procura justifica uma maior oferta de assentos por parte da companhia, abrindo a possibilidade de a freqüência passar de três para quatro ou cinco vôos semanais.
"O tráfego, a demanda, assim o exige. Eu penso que o Brasil vai evoluir como evoluiu Lisboa para vôos diários", afirmou José Venâncio.
No ano passado, a TAAG faturou US$ 370 milhões, mesmo com sua entrada na "lista negra" da União Européia - que teme pela falta de segurança nos vôos da transportadora angolana.
Nos planos de expansão da TAAG está ainda o reforço das operações na África, incluindo escalas em Libreville (Gabão), Malabo (Guiné Equatorial) e Cotonou (Benim).
“Estamos estudando a possibilidade de podermos conjugar dois países, ou três, com uma das outras rotas já existentes. [...] Podermos ir a um determinado país buscar tráfego para levar para outro. Se fizermos, por exemplo, Luanda-Kinshasa-Cotonou, ao chegar a Kinshasa, podemos levar tráfego para Cotonou”, explicou José Venâncio.
Na semana passada, a transportadora angolana inaugurou a rota Luanda-Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
Por Agência Lusa
19/05/2008