TAAG ESTUDA NOVAS ALTERNATIVAS
Enviado: Qui Ago 30, 2007 09:12
A TAAG- Linhas Aéreas de Angola continua à procura de soluções alternativas para contornar a proibição de voar para o espaço da União Europeia que, em princípio, deverá ser revisto em Outubro próximo.
Segundo apurou a Voz da América, esta alternativa passa pela rematriculação dos aviões Boieng´s 777-200, que passariam a ser registados em nome da companhia portuguesa Euro Atlantic.
Além de matricular os aviões, eles seriam igualmente pintados com as cores azul e branca da Euro Atlantic, sob licença de quem passariam a voar para a Europa.
Neste momento, encontram-se em Lisboa a maior parte dos comandantes e pilotos da TAAG a frequentar cursos de formação para obtenção de licenças portuguesas que lhes permitirão voar no espaço europeu, com os aviões de que receberam instrução no fabricante Boieng, nos Estados Unidos da América.
Analistas do sector, acreditam estar-se perante uma solução paliativa de resultados duvidosos e custos suspeitos, uma vez que , ao que parece, pouco está a ser feito para tirar a TAAG da lista negra da União Europeia.
Fontes afectas à aviação comercial angolana, avançaram mesmo que desde a suspensão a 6 de Julho que a TAAG não deu um passo para solucionar os itens que lhe macularam a imagem, ao deixar a apanhar pó na placa do aeroporto de Luanda a quase totalidade de uma frota recentemente adquirida e que lhe custou cerca de um bilião de dólares.
Nelson Pereira, o presidente da TAAG, António Pombal, director do Instituto de Aviação Civil,e outros responsáveis aeronáuticos, encontram-se na Europa a redesenhar este esquema alternativo, porque parece estarem a encontrar certa dificuldade na solução dos pontos criticos que levarão o comité de segurança da União Europeia a incluir a companhia angolana de bandeira na lista proibida de voar para o seu espaço aéreo.
Estas dificuldades terão levado à conclusão que muito dificilmente a TAAG conseguirá estar em condições de pedir a revisão da sua situação ao comité especializado da União Europeia, quando este voltar a reunir em Outubro.
Para os analistas contactados, a impunidade com que os responsáveis dos transportes e da TAAG têm conhecido desde o início da crise é que leva à que se busquem «esquemas» ao invés de se ir ao fundo da questão e resolver-se o problema definitivamente.
Depois de ter experimentado a solução Cabo Verde, através da ligação via Sal e transbordo nos TACV para Lisboa e vice-versa, que se revelou impraticável, a companhia angolana encontrou no fretamento de algumas aeronaves a empresas charter portuguesas uma alternativa para voar directamente para Lisboa e Paris. Na ocasião foram fretados voos à Ordest, White e Euro Atlantic que também vieram a revelar-se impraticavéis pelo facto das aludidas companhias de aviação terem compromissos anteriores que não lhes permitiam efectuar a totalidade dos voos da TAAG na frequência diária para Lisboa e semanal para Paris.
A TAAG virou-se então para a South African Airways, solução que muitos já haviam avançado como a mais fácil e, eventualmente, mais barata, mas que ciúmes de protagonismo ou interesses espúrios atiraram como última alternativa.
Tem sido através de um Boieng 747-400, com as tres classes utilizadas pelos aviões da TAAG, que a companhia sul-africana tem assegurado a ligação diária Luanda- Lisboa e vice-versa, num vai-vem que nesta altura do ano quase não chega para as encomendas, tal o número de passageiros interessados nesta rota que é, como se sabe, partilhada com a TAP com igual número de frequências.
A tripulação de cockpit e parte de cabine é sul-africana, havendo alguns assistentes da TAAG que auxiliam no serviço de bordo e tradução.
Desconhece-se o montante que a TAAG paga a companhia su-africana, mas fontes afectas à aviação estimam que njunca será inferior e 150 mil dólares por trajecto, o que poderia perfazer qualqjuer coisa como dois milhões de dólares por semana.
Na revista de bordo em circulação, o presidente da TAAG anuncia aos passageiros a abertura, ainda este ano, de frequências para Londres, Frankfurt, Dubai e Pequim.
Londres falhou devido à suspensão da União Europeia; Frankfurt segue a mesma rota, enquanto se aceleram as formalidades para levar os aviões da TAAG a Pequim e Dubai, operações em que a companhia pretende actuar com os Boieng's 747-300, que actualmente fazem Rio de Janeiro e Joanesburg.
Fonte:voz da america
Segundo apurou a Voz da América, esta alternativa passa pela rematriculação dos aviões Boieng´s 777-200, que passariam a ser registados em nome da companhia portuguesa Euro Atlantic.
Além de matricular os aviões, eles seriam igualmente pintados com as cores azul e branca da Euro Atlantic, sob licença de quem passariam a voar para a Europa.
Neste momento, encontram-se em Lisboa a maior parte dos comandantes e pilotos da TAAG a frequentar cursos de formação para obtenção de licenças portuguesas que lhes permitirão voar no espaço europeu, com os aviões de que receberam instrução no fabricante Boieng, nos Estados Unidos da América.
Analistas do sector, acreditam estar-se perante uma solução paliativa de resultados duvidosos e custos suspeitos, uma vez que , ao que parece, pouco está a ser feito para tirar a TAAG da lista negra da União Europeia.
Fontes afectas à aviação comercial angolana, avançaram mesmo que desde a suspensão a 6 de Julho que a TAAG não deu um passo para solucionar os itens que lhe macularam a imagem, ao deixar a apanhar pó na placa do aeroporto de Luanda a quase totalidade de uma frota recentemente adquirida e que lhe custou cerca de um bilião de dólares.
Nelson Pereira, o presidente da TAAG, António Pombal, director do Instituto de Aviação Civil,e outros responsáveis aeronáuticos, encontram-se na Europa a redesenhar este esquema alternativo, porque parece estarem a encontrar certa dificuldade na solução dos pontos criticos que levarão o comité de segurança da União Europeia a incluir a companhia angolana de bandeira na lista proibida de voar para o seu espaço aéreo.
Estas dificuldades terão levado à conclusão que muito dificilmente a TAAG conseguirá estar em condições de pedir a revisão da sua situação ao comité especializado da União Europeia, quando este voltar a reunir em Outubro.
Para os analistas contactados, a impunidade com que os responsáveis dos transportes e da TAAG têm conhecido desde o início da crise é que leva à que se busquem «esquemas» ao invés de se ir ao fundo da questão e resolver-se o problema definitivamente.
Depois de ter experimentado a solução Cabo Verde, através da ligação via Sal e transbordo nos TACV para Lisboa e vice-versa, que se revelou impraticável, a companhia angolana encontrou no fretamento de algumas aeronaves a empresas charter portuguesas uma alternativa para voar directamente para Lisboa e Paris. Na ocasião foram fretados voos à Ordest, White e Euro Atlantic que também vieram a revelar-se impraticavéis pelo facto das aludidas companhias de aviação terem compromissos anteriores que não lhes permitiam efectuar a totalidade dos voos da TAAG na frequência diária para Lisboa e semanal para Paris.
A TAAG virou-se então para a South African Airways, solução que muitos já haviam avançado como a mais fácil e, eventualmente, mais barata, mas que ciúmes de protagonismo ou interesses espúrios atiraram como última alternativa.
Tem sido através de um Boieng 747-400, com as tres classes utilizadas pelos aviões da TAAG, que a companhia sul-africana tem assegurado a ligação diária Luanda- Lisboa e vice-versa, num vai-vem que nesta altura do ano quase não chega para as encomendas, tal o número de passageiros interessados nesta rota que é, como se sabe, partilhada com a TAP com igual número de frequências.
A tripulação de cockpit e parte de cabine é sul-africana, havendo alguns assistentes da TAAG que auxiliam no serviço de bordo e tradução.
Desconhece-se o montante que a TAAG paga a companhia su-africana, mas fontes afectas à aviação estimam que njunca será inferior e 150 mil dólares por trajecto, o que poderia perfazer qualqjuer coisa como dois milhões de dólares por semana.
Na revista de bordo em circulação, o presidente da TAAG anuncia aos passageiros a abertura, ainda este ano, de frequências para Londres, Frankfurt, Dubai e Pequim.
Londres falhou devido à suspensão da União Europeia; Frankfurt segue a mesma rota, enquanto se aceleram as formalidades para levar os aviões da TAAG a Pequim e Dubai, operações em que a companhia pretende actuar com os Boieng's 747-300, que actualmente fazem Rio de Janeiro e Joanesburg.
Fonte:voz da america